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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Trabalhadores com curso profissional têm mais chances na hora do emprego


Pesquisa realizada pela FGV constatou que este profissional em questão tem 48,2% mais chances de conseguir um emprego

Por Equipe InfoMoney, InfoMoney


Um profissional que possui formação completa de tecnólogo ou técnico conta com uma ampla vantagem em relação ao trabalhador que estudou até o Ensino Médio.

Pesquisa realizada pelo Centro de Políticas Sociais da FGV (Fundação Getulio Vargas) e pelo Instituto Votorantim constatou que este profissional tem 48,2% mais chances de conseguir um emprego.
Nos cursos de educação profissional, as pessoas avaliam que possuir conteúdo é necessário ao desempenho do trabalho, ou seja,  é o principal atributo para a inserção no mercado de trabalho.

As situações e os profissionais

Os profissionais que integram o grupo dos cursos profissionalizantes possuem salário 12,94% mais alto. Essa faixa conta ainda com uma possibilidade 38% maior de conseguir uma vaga formal.

Associado a estes dados, o estudo comprovou que o maior salário médio é representado por aqueles que optaram pelo curso de qualificação profissional em Comércio e Gestão – média de R$ 952. Os salários da área de Indústria e Manutenção aparecem em seguida, com R$ 940.

O Distrito Federal, juntamente com Santa Catarina e São Paulo, apresenta os melhores salários pagos a um profissional com curso técnico, com o valor de R$ 1.403. Já as duas outras localidades contam com R$ 1.038 e R$ 1.004, respectivamente.

São Paulo é o estado onde os trabalhadores com curso profissionalizante trabalham mais tempo (média de 43 h). Já o Piauí é a região que detém a menor carga horária (37 h).

Áreas de atuação

O estudo também mostra que, quanto mais alto o nível de qualificação, maior a porcentagem de pessoas que trabalham na mesma área do curso realizado: tecnólogo de nível superior (79,5%), técnico de nível médio (70,1%) e qualificação (60,8%).

Em relação às contratações, os setores automobilístico (45,71% ), seguido pelo de finanças (38,17%) e de petróleo e gás (37,34%) são os que mais empregam trabalhadores com este tipo de educação

Estudantes

De acordo com o estudo, 29 milhões de pessoas frequentam hoje cursos de educação profissional, o que representa 19,72% da população com mais de 10 anos de idade do Brasil.

Ao todo, 16,07 % (23,5 milhões de pessoas) frequentaram cursos de qualificação profissional, 3,54% (5,1 milhões de pessoas) fizeram ensino médio técnico e 0,11% (160 mil pessoas) tiveram formação tecnológica.

Em termos de educação profissional, os setores com maior proporção de pessoas formadas nesses cursos são Automobilístico (45,71%), Finanças (38,17%) e Petróleo e Gás (37,34%). Em contrapartida, Agronegócio (7%) e Construção Civil (17,80%) são os que demandam menos alunos.

Consultora revela os motivos que impedem que os líderes deleguem


É preciso ter cuidado em relação ao que e a quem se delega, mas não a ponto de deixar tudo nas próprias mãos, diz Sonia Jordão

Por Flávia Furlan Nunes, InfoMoney


Os líderes brasileiros gostam de desafios, se adaptam com naturalidade ao meio – o que denota flexibilidade - e são empreendedores. Porém, eles têm suas características negativas. Entre elas, está a dificuldade de delegar, que vem acompanhada por diversas justificativas.

É claro que é preciso ter cuidado em relação a quem se está delegando e quais as atividades que estão sendo passadas para a frente. Mas se tornar tão radical a ponto de deixar a maioria das tarefa nas próprias mãos não é nada saudável nem para os líderes nem para a equipe.

“Quando o líder delega, sobra mais tempo para cuidar de aspectos mais importantes do seu trabalho. A delegação, de maneira criteriosa, aumenta o poder de quem delega. Quanto mais o líder delega, mais ele penetra na essência de sua função, que não é fazer, mas deixar que os outros façam”, disse a consultora organizacional Sonia Jordão, que palestrou durante a 4ª edição do ConviRH – Congresso Virtual de Recursos Humanos, realizado pelo RH.com.br.

Desculpas

Ela apontou alguns fatores que levam os executivos a dizerem “não” ao fato de delegar. Confira abaixo:
  • Pensar que o líder precisa controlar tudo o que acontece;
  • Falta de confiança nos membros da equipe;
  • Receio de parecer incapaz;
  • Mania de perfeição, ou pensar que o outro não fará tão bem;
  • Ter de admitir que o outro faça melhor;
  • Temor de perder o prestígio;
  • Temor de perder o posto que ocupa;
  • Acreditar que fará a tarefa mais rápido e melhor;
  • Preferir fazer sozinho.
A importância de delegar

De acordo com Sonia, essas desculpas devem ser deixadas de lado para que o líder desfrute das vantagens de delegar.

Entre elas, estão o fato de mostrar que confia no membro da equipe, incentivar o conhecimento dele, permitir que ele desenvolva outras habilidades, torná-lo capaz de resolver outros tipos de problemas, dar a oportunidade para ele aplicar soluções criativas, fazer com que ele desenvolva a autoconfiança e habilidades gerenciais.

“Delegar permite que o líder se concentre em tarefas mais difíceis, que os outros não podem fazer. Permite que ele se desenvolva para o futuro, que pense, pesquise e discuta”, disse a consultora organizacional.

É preciso supervisionar

Não basta apenas passar uma tarefa ao liderado, é preciso supervisionar. “Quem recebe o poder tem a oportunidade de concluir o trabalho de modo satisfatório, mas quem delega é que fica com a responsabilidade do êxito ou do fracasso”, ponderou Sonia.

Para ela, é importante que o líder acompanhe o desenvolvimento da tarefa, em cada processo, e não só quando receber o resultado final. “À medida que vai supervisionando, o líder não vai ter tanto medo de que o outro faça errado. Ele vai treinar essa pessoa e cada vez menos vai precisar supervisionar”, ressaltou.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Últimas dicas

Promotor de eventos Da produção dos convites à contratação dos manobristas do estacionamento, dos garçons ao bufê. E mais: atrações musicais, brindes, cenografia, performances teatrais e tudo o que o cliente desejar.

Uma agência de 
organização de eventos eficiente deve estar sempre preparada para oferecer toda a estrutura que a atividade exige. E, para começar, você não precisa mais do que um telefone, um computador e uma boa rede de fornecedores. Você pode atender pessoas físicas ou organizar eventos corporativos, que são, em geral, mais lucrativos. A concorrência em ambos os casos é grande. Mas, como em todas as atividades, sempre há espaço para quem faz o serviço com eficiência. A Lumac Criação e Desenvolvimento, dos sócios Maurício Moraes e Lucas Aguiar, por exemplo, que nasceu em 2002, em São Paulo, tem o objetivo ambicioso de oferecer o máximo de serviços para eventos, sem custos elevados para os clientes.

Com pouca experiência no ramo e quase nenhum dinheiro para investir, a dupla começou apenas com o que tinha no momento: computadores, fax, carros próprios e um espaço livre no apartamento de Aguiar, que acabou se transformando em escritório. Os primeiros clientes chegaram por meio do site que eles criaram na internet. Outros foram indicados por amigos, parentes e ex-colegas de trabalho. Uma pequena parcela retornou o contato que a dupla tinha realizado para 
divulgar o negócio antes de abri-lo. Um alerta importante para não colocar o caixa em risco: os profissionais terceirizados devem ser sempre contratados de acordo com a demanda de trabalho.

Mas você precisa ficar atento à qualidade da mão-de-obra e à agilidade de execução dos serviços. Um evento que começa atrasado com certeza pode colocar todo o trabalho a perder.
Entretenimento de bolso
Há dez anos, os telefones celulares serviam somente para fazer e receber ligações e eram bem maiores e mais pesados do que hoje. Felizmente, a tecnologia evoluiu e agora basta um aparelho minúsculo para receber e enviar
mensagens de texto, tirar fotos, ouvir música, brincar com jogos eletrônicos e navegar na internet em alta velocidade. Na esteira da revolução tecnológica que acontece no mundo dos celulares, surgiu uma nova atividade, que promete bons lucros para quem está no ramo: o desenvolvimento de jogos eletrônicos, com gráficos, imagens e som de alta qualidade.

Uma das pioneiras no ramo no país é a Devworks, de São Paulo, que iniciou as atividades em 1999. A Devworks fornece os programas para grandes companhias de telefonia, que incluem dezenas de jogos, e divide a receita com elas. Quem começar agora no ramo dificilmente vai vender os produtos diretamente para as 
grandes operadoras.

É mais provável, segundo André Penha — da Délirus, de Campinas, interior de São Paulo, que também desenvolve jogos para celular —, que você venda os produtos para as chamadas publicadoras, que selecionam, divulgam e colocam os jogos no mercado. Penha diz que, para atuar no ramo, é preciso contar com profissionais de arte e de computação gráfica, utilizar softwares específicos e investir no maior número possível de aparelhos para testar os jogos, mas ele afirma que dá para fazer tudo de casa porque a equipe não precisa ser grande. 



Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82992-17191-3,00-SEIS+NEGOCIOS+PARA+VOCE+MONTAR+EM+CASA.html

Outras dicas legais

Organizador de viagens Você pode montar sua própria agência de viagens, cujo papel basicamente é vender passagens avulsas para pessoas físicas ou jurídicas e revender pacotes turísticos de operadoras de turismo. O negócio não requer grandes investimentos. Basta uma sala com mesa, computador e telefone. Não é obrigatório ter curso superior em turismo, mas um dos responsáveis pela empresa deve ter, no mínimo, três anos de experiência em atividades ligadas ao setor, de acordo com o Sebrae, a entidade de apoio ao micro e pequeno empresário.

A concorrência no ramo é grande. É preciso seriedade e dedicação para alcançar o sucesso. A empresária Vera Galindo, por exemplo, dona da Multi Turismo, de São Paulo, diz que, desde a abertura da empresa, em 2001, adotou o hábito de fazer extensas entrevistas com os futuros passageiros para descobrir as suas expectativas e preferências. Com um dossiê nas mãos, ela é capaz de traçar roteiros sob medida para qualquer tipo de público.

Vera optou por criar o seu 
home-office no apartamento em que mora, já que o prédio permite. O número de funcionários depende da estrutura da agência.

No começo, você pode contar com apenas um nas funções de emissor de passagens e atendente. Mas você precisa se dedicar integralmente à empresa. Nada de deixar tudo nas mãos do funcionário, por julgar que se trata de um negócio simples. Com formação superior em turismo, Vera tem como braço direito a gerente

Vera Padula, que também tem curso universitário na área, com a qual divide o atendimento ao cliente. "Em geral, fico com os serviços administrativos e as viagens aéreas; e a minha gerente, com os pacotes", diz ela.

Se você quiser entrar no ramo, terá que registrar obrigatoriamente o negócio na 
Embratur, o órgão do governo federal que regulamenta o setor. A filiação à Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) é opcional. A vantagem para quem se associa à entidade é poder frequentar os cursos que ela promove, geralmente ministrados pelo Fórum das Agências de Viagens Especializadas em Contas Comerciais (Favecc), pela Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) e pelo Sindicato das Empresas de Turismo (Sinditur). Para o segundo semestre de 2006, estão programados cursos de iniciação em turismo para novos empresários, venda de produtos e serviços, marketing, qualidade no atendimento, legislação, gestão e finanças. As aulas são dirigidas tanto aos empresários como a seus funcionários.

O setor também oferece oportunidades para agências especializadas em 
viagens ecológicas, de negócios e para os praticantes de esportes de aventura. Todos esses nichos registram demanda crescente nos últimos anos. Mas a especialização exige cuidados redobrados na formação dos funcionários, na escolha dos roteiros e constante atualização sobre as novidades do mercado.



Fonte::http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82992-17191-2,00-SEIS+NEGOCIOS+PARA+VOCE+MONTAR+EM+CASA.html

Mais dicas

Designer virtual
A expansão da 
internet como ferramenta de trabalho nos mais diversos ramos de atividade acabou por abrir boas oportunidades para os webdesigners, aqueles profissionais que criam páginas personalizadas na rede.

É um negócio promissor para quem gosta de informática e quer trabalhar em casa, já que a atividade exige apenas um bom computador conectado à internet, de preferência por banda larga. É claro, porém, que quem pretende atuar no ramo deve ter noções de programação de computador e também uma "veia artística". A criatividade é fundamental para se dar bem na área.

Muitos profissionais que já estão no mercado aprenderam o trabalho na prática, prestando serviços para a clientela, como o designer Fernando Villela, de São Paulo. Mas é possível também frequentar cursos sobre o assunto e depois estagiar com pessoas experientes no ramo. Em geral, o
 webdesigner atende profissionais liberais e empresas de pequeno e médio portes de diferentes setores.

Como as empresas encaram a internet, cada vez mais, como uma ferramenta fundamental para o crescimento de seus negócios, elas querem, hoje, ter um portal bem produzido, que funcione como um mecanismo eficaz para interagir com a 
clientela.

O preço da produção de um site no formato mais simples, com identificação do negócio, exibição dos produtos, serviços e canal para contato, varia. Quanto mais incrementado for o trabalho, obviamente, mais alto será o preço do serviço. O custo e o tempo de produção dependem do nível de complexidade dos itens que serão incluídos no site, como fotos, ilustrações e animação.



Festeiro profissional
Uma festa cuja proposta é fazer os convidados ferverem na 
pista de dança requer som e iluminação potentes. Como nem sempre os anfitriões dispõem dos equipamentos, a locação é a alternativa mais conveniente. Para você, que entende ou gosta de eletrônica, eis aí uma boa opção de negócio para começar em casa. Recomendamos que você compre primeiro equipamentos para espaços menores, como salões de festa de edifícios.
As festas de amigos e parentes são bons pretextos para testá-los e também para divulgar o negócio. A partir daí, você pode começar a cobrar pelo aluguel, como fez Maurício Szics, de Campinas, interior de São Paulo. Ele começou emprestando seus aparelhos e caixas de som. Depois, a partir de 2002, criou a própria empresa, batizada de Som Szics, em sociedade com o sobrinho, Douglas Szics. Passou a alugar até telão e chega a distribuir brindes aos convidados da festa. Você pode se encarregar do transporte dos equipamentos ou terceirizá-lo, mas precisa ter cuidado para não danificar a aparelhagem. Afinal, a reposição de lâmpadas e os pequenos consertos depois de uma
festa estão entre os principais custos de uma empresa do ramo.



Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82992-17191-1,00-SEIS+NEGOCIOS+PARA+VOCE+MONTAR+EM+CASA.html

Seis negócios para você montar em casa

Para evitar despesas na largada, você pode trabalhar na sala, no quarto ou na garagem
Por Wagner Roque


Muita gente que decide montar o próprio negócio prefere fazê-lo em casa, ao menos no começo, para diminuir os riscos da empreitada. Entre outras vantagens, trabalhar por conta própria em casa permite um certo conforto e economia de tempo e de dinheiro. Mas atenção: você precisará ter muita disciplina para que isso não comprometa a sua produtividade. É fundamental delimitar o espaço físico entre a casa e o trabalho e tomar cuidado para que não haja interferência da família no dia-a-dia do negócio. Procure respeitar os horários. Nada de parar no meio do expediente para um cochilo ou para asssitir à TV. Você também não deve estar 24 horas por dia à disposição dos clientes. Lembre-se de que suas horas de descanso e de dedicação à família também devem ser sagradas tanto quanto possível.

Até pouco tempo atrás, 
trabalhar em casa era algo restrito a atividades como costura, produção de comida congelada e artesanato. Com o tempo, a lista foi crescendo e hoje inclui também atividades descoladas, comopromoção de eventos, aluguel de som e luz para festas, agência de turismo, escritório de design para sites, criação de jogos para celulares e produção de incensos, velas e aromas. Se você se interessou por alguma dessas atividades, confira a seguir algumas dicas de empresários que atuam nesses ramos para você se dar bem.
Perfumes terapêuticos
aromaterapia pode ser uma oportunidade para novos negócios dentro do setor de bem-estar. O mercado ligado ao bem-estar segue em alta no país. Um número cada vez maior de pessoas busca alternativas para equilibrar o corpo e a mente e para reduzir o estresse do dia-a-dia. Muitas atividades exigem investimentos relativamente altos, como a montagem de um spa urbano ou de uma clínica de terapias orientais. Mas se você tem afinidades com o ramo e não dispõe de muito capital, pode iniciar um negócio de produção de incensos, velas, sabonetes, sachês e outros aromatizantes, em sua própria casa, sem fazer grandes investimentos. 



Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI82992-17191,00-SEIS+NEGOCIOS+PARA+VOCE+MONTAR+EM+CASA.html

Você é emocionalmente inteligente?


Responda às questões para saber se atua com equilíbrio nos negócios

Da redação / Animação: Raphael Toth
Quase todo mundo já passou por situações em que as emoções chegam à flor da pele. Quando alguma coisa inesperada acontece, muitas vezes fica difícil reagir de forma racional e controlar as emoções. Mas conseguir equilibrar razão e emoção nos momentos mais complicados pode ajudar, e muito, o seu negócio a prosperar. Para você saber como está o seu equilíbrio emocional, basta fazer o teste abaixo, elaborado pela psicóloga Denize Dutra, consultora do Instituto MVC, do Rio de Janeiro, especializado em gestão empresarial. Leia com atenção as afirmativas e responda, de forma sincera, como você se comporta em cada caso.
Acesse o link abaixo e confira a reportagem completa pela globo.com

Você é emocionalmente inteligente?