Toda cadeia de suprimentos é formada por elos que devem ser mantidos sempre muito bem coesos, pois se um deles se rompe, toda a cadeia é afetada. Então é muito importante manter uma boa administração em todos os níveis, para que eles possam assegurar uma boa desenvoltura e suprir com as necessidades de todos os envolvidos com a cadeia, devido também a interdependência de cada elo para com os resultados finais.
Umas das tarefas mais difíceis dentro de uma empresa é ter uma cadeia de suprimentos bem equilibrada, balanceada, isto é, com elos firmes que mantenham estabilidade e uma racionalidade quando da tomada de decisões.
Uma boa gestão da demanda depende de todo um entrosamento entre os elos de uma cadeia de distribuição, de suprimentos, pois quanto mais a jusante do elo final da cadeia, mais fácil e precisa será a previsão da demanda, agora quanto mais a montante do elo final, maiores as dificuldades de previsão, ficando muito mais difícil programar uma compra ou tomar uma decisão, devido ao tempo da chegada de informações e os níveis por onde ela terá que passar até chegar ao local específico. O ideal é que a informação flua de uma maneira ágil e íntegra, resultando em ações rápidas que levem de volta ao fluxo da cadeia todas as respostas em tempo hábil.
Uma cadeia má administrada pode levar a uma série de prejuízos, financeiros, de imagem, pois ao não entregar um produto / serviço da forma em que foi requisitado, com atraso, em quantidade diferente do pedido, pode levar a uma falta de credibilidade, acarretando até mesmo no descredenciamento da empresa como fornecedora, então é de suma importância precisar com exatidão todos estes quesitos e dimensioná-los de acordo com o especificado pelo cliente, que é o mandatário e a quem o canal deve obedecer e direcionar a sua atenção.
Como todos sabem economia de tempo gera melhores possibilidades de lucro, então veja como é importante ter uma cadeia logística bem administrada e dentro dos melhores parâmetros de qualidade, resultando em maior rentabilidade, relacionamento eficiente entre os elos, um processo mais seguro, menos instável e com certeza mais propenso a gerar resultados satisfatórios para todos os níveis da cadeia.
Fonte:http://www.ogerente.com.br/novo/colunas_ler.php?canal=11&canallocal=41&canalsub2=132&id=2274 acesso em 30/07/2010.
Abaixo segue algumas publicações muito interessantes sobre o assunto.
http://www.excelenciaemgestao.org
http://www.unimep.br
http://hermes.ucs.br
sexta-feira, 30 de julho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Autônomos, não Autômatos

A gestão empresarial pode ser exercida de duas maneiras: pelos meios, ensinando o profissional como fazer; e pelos fins, informando-o sobre o que deve ser feito e negociando. A diferença entre os dois modos de gerenciar aparece no desempenho da equipe. Quando o gestor foca os meios, e não os fins, cria profissionais autômatos e sem iniciativa. Por isso, ele deve assumir uma postura educativa e conscientizar cada um da importância do seu papel. Assim, formará uma equipe capaz de refletir sobre o próprio trabalho, desenvolvendo nos profissionais o espírito empreendedor. As empresas precisam de profissionais autônomos, nunca de autômatos.
Fonte: Minuto Agilis
Os Pecados da Comunicação Empresarial
1. Procurar alguém só quando for necessário.
2. Não responder a telefonemas e e-mails.
3. Não dar seqüência aos contatos.
4. Economizar o uso das palavrinhas mágicas “por favor” e "muito obrigado".
5. Ser incapaz de ouvir.
6. Não dizer a verdade com receio de ofender.
7. Ser o arauto do negativismo crônico.
Fonte: revista Exame
O Inferno não são os outros!
Na hora do "incêndio", a armadilha em que o gerente não pode cair é a da "caça" aos culpados. A tendência de culpar os outros deve ser substituída pela postura de responsabilidade tanto pelo sucesso quanto pelo fracasso. Só assim se pode chegar a uma solução consistente e se "apagar o fogo".
Quando se tem claro que também se é parte da dificuldade e se encara o erro como ferramenta de aprendizagem, evita-se o imobilismo. Ao trabalhar sua equipe para assumir responsabilidades, o gerente estratégico sabe que ela, se está implicada nas causas do problema, deve estar igualmente comprometida com a busca por soluções.
Fonte: Minuto Agilis
Os 11 Erros Fatais dos Executivos

1.Arrogância: pensar que está certo e que todos os outros estão errados.
2.Tendência ao melodrama: necessitar ser o centro das atenções.
3.ser refém de mudanças de humor.
4.Cautela em excesso: temer a tomada de decisões.
5.Desconfiança habitual: focalizar o lado negativo das coisas.
6.Indiferença: estar descomprometido e desconectado.
7.Malícia: acreditar que as regras são feitas para serem quebradas.
8.Excentricidade: tentar ser diferente apenas para sê-lo.
9.Resistência passiva: dizer o que não acredita realmente.
10.Perfeccionismo: acertar nas pequenas coisas — e errar nas grandes.
11.Necessidade de agradar: querer ser campeão de popularidade.
Fonte: HSM Management
Fatores que motivam
A descentralização, o aprimoramento contínuo dos recursos humanos, o envolvimento intenso e livre do pessoal nas decisões, além de constituírem princípios de competitividade, são fatores que aumentam substancialmente a eficácia das empresas, a produtividade, a qualidade dos produtos, a alegria de seus funcionários, reduzindo a burocracia existente. Deixar que os funcionários tenham mais responsabilidades nas suas decisões, disseminando o poder hierárquico nos escalões abaixo, torna-os mais felizes interiormente, sabendo que o seu trabalho será considerado, pois sentem-se mais satisfeitos profissionalmente. A criatividade cresce com sugestões novas, ficam mais capazes de trabalhar em equipe e em esquema de cooperação, mais produtivos e coobrigados na eficiência da gestão do segmento onde atuam.
Outro fator que estimula o funcionário a assumir mais responsabilidades, a decidir rápido e corretamente, é o acompanhamento mais brando e mais ameno das falhas involuntárias ocorridas no trabalho. Quando ocorre uma falha, a melhor maneira é a verificação das causas, com a respectiva análise e correção dos problemas, e não taxar as conseqüências. É mais fácil o funcionário aceitar as críticas e procurar corrigir as falhas sabendo que seu trabalho é importante. Mas, ao mesmo tempo, um erro com características de omissão ou desleixo por parte de algum funcionário pode ter como causa uma sobrecarga de trabalho muito grande no setor. É importante localizarmos a procedência deste erro, verificando exaustivamente as causas, chegando à melhor solução para evitar, no futuro, fatos idênti! cos.
Os funcionários motivados, com a satisfação de afeição, crescem em autoconfiança, tendo maiores estímulos para o trabalho, deixando de ser tarefeiros, passando a participar da empresa, sabendo quem são os clientes e quais os resultados. Ficam mais participativos e felizes!
Manfredo Arkchimor Paes
Consultor - Sebrae-SP
terça-feira, 8 de junho de 2010
Os 10 erros mais cometidos durante uma entrevista de emprego
Confira os erros mais comuns na sua entrevista de emprego
SÃO PAULO – Um bom currículo, na maioria dos casos, não é o único suporte para o profissional ser contratado para uma vaga de emprego. Uma boa aparência, simpatia e domínio de algumas qualidades contam vantagem nessa hora.
Segundo um levantamento do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), erros como o uso incorreto da língua, falar mal de outro colega e até a postura corporal estão entre as dez falhas mais cometidas durante uma entrevista ou dinâmica.
Comportamento vale pontos Para a coordenadora de Seleção do Nube, Natália Caroline, os candidatos que evitarem alguns problemas terão ampla vantagem nas entrevistas. “Utilizando esses conhecimentos, com certeza o candidato aumentará a chance de aprovação em um processo seletivo e de ter mais sucesso em sua carreira”, afirma.
De acordo com o Nube, os dez principais erros cometidos em processos seletivos são:
1. Português: O Nube sustenta que esse é um ponto muito importante. Falar e escrever corretamente, sem o uso de gírias, conta muitos pontos para o candidato. Vícios de linguagem como “né” e “tipo” causam má impressão. Em caso de erro, corrija!
2. Vestimenta: Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas e camisetas de times devem ficar guardados para outras ocasiões. A dica é apostar em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. O Nube recomenda sempre perguntar sobre qual o tipo de traje adequado. Na dúvida, vista-se bem!
3. Falta de ética: Falar mal sobre pessoas e de empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. Fofoca nem pensar!
4. Postura corporal: O corpo transmite muitas mensagens. Sentar-se com postura “largada”, ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado.
5. Conversas: Bater papo durante uma entrevista demonstra falta de respeito. Evite conversas paralelas quando o recrutador ou os candidatos estiverem falando. Em uma dessas ocasiões, você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo.
6. Mentiras: Elaborar histórias fantasiosas sobre cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas não cola. No caso de um eventual teste, o que você fará? Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.
7. Falta de conhecimento: Sem conhecer a empresa, fica difícil ser contratado. Faça uma busca em sites da internet, assim você poderá ter mais ideias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Segundo o Nube, não é válido perguntar sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.
8. Atrasos: Chegar com 15 minutos de antecedência é o ideal. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Calcule o seu tempo antes de ir para uma entrevista.
9. Postura corporativa: Dar risadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador na hora da dinâmica. Esses momentos são de avaliação.
10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.
2. Vestimenta: Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas e camisetas de times devem ficar guardados para outras ocasiões. A dica é apostar em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. O Nube recomenda sempre perguntar sobre qual o tipo de traje adequado. Na dúvida, vista-se bem!
3. Falta de ética: Falar mal sobre pessoas e de empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. Fofoca nem pensar!
4. Postura corporal: O corpo transmite muitas mensagens. Sentar-se com postura “largada”, ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado.
5. Conversas: Bater papo durante uma entrevista demonstra falta de respeito. Evite conversas paralelas quando o recrutador ou os candidatos estiverem falando. Em uma dessas ocasiões, você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo.
6. Mentiras: Elaborar histórias fantasiosas sobre cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas não cola. No caso de um eventual teste, o que você fará? Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.
7. Falta de conhecimento: Sem conhecer a empresa, fica difícil ser contratado. Faça uma busca em sites da internet, assim você poderá ter mais ideias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Segundo o Nube, não é válido perguntar sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.
8. Atrasos: Chegar com 15 minutos de antecedência é o ideal. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Calcule o seu tempo antes de ir para uma entrevista.
9. Postura corporativa: Dar risadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador na hora da dinâmica. Esses momentos são de avaliação.
10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.
Autor: Recruitment
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